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Equivalência Patrimonial e Consolidação das Demonstrações Contábeis

10, 17 e 24 de junho de 2021
09 e 12 de julho de 2021

08h às 12h
dia 17 das 12h30 às 16h30

CAPACITADORA: SP000190 | PROGP: 20 | CMN: 20 | SUSEP: 20 | AUD: 20 | PER: 20 | PREVIC: 20 | PRORT: 20

Objetivo: Abordar sobre alguns detalhes teóricos e práticos da elaboração das demonstrações contábeis.

Conteúdo Programático:
  • Avaliação de investimento pelo método de equivalência patrimonial (MEP) – 4 horas
    • 1. INTRODUÇÃO
    • 2. INVESTIMENTOS SUJEITOS À AVALIAÇÃO PELA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL
    •     2.1 Conceito de sociedades coligadas, controladas e controladoras
    •     2.1.1 Sociedades coligadas
    •     2.1.2 Sociedades controladas e controladoras
    •     2.2 Momento em que deve ser efetuada a equivalência patrimonial
    • 3. CRITÉRIOS GERAIS DE CÁLCULO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL
    •     3.1 Ajuste do valor contábil do investimento - Registro contábil e tratamento fiscal
    •     3.1.1 Lucros ou dividendos recebidos da coligada ou controlada
    •     3.2 Desdobramento do custo de aquisição
    •     3.2.1 Procedimentos básicos
    •     3.2.2 Mais-valia ou menos-valia - Necessidade de laudo de perito
    • 4. TRATAMENTO CONTÁBIL DA MAIS-VALIA E DO GOODWILL
    •     4.1 Mais-valia
    •     4.2 Goodwill
    • 5. TRATAMENTO FISCAL DA MAIS-VALIA E DO GOODWILL
    •     5.1 Não tributação da redução da mais-valia e do goodwill
    •     5.1.1 Momento da tributação do eventual ganho
    • 6. EXEMPLO
    •     6.1 Aumento do patrimônio Líquido da investida proveniente de lucros - Tratamento na investidora
    •     6.2 Ocorrência de menos-valia - Tratamento contábil e fiscal
    • 7. OUTRAS PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS - AVALIAÇÃO PELO MÉTODO DE CUSTO
    • 8. COLIGADAS OU CONTROLADAS COM PATRIMÔNIO LÍQUIDO NEGATIVO
  • Investimentos Societários (Consolidação das Demonstrações Contábeis Brasil e Exterior) – 12 horas
  • CPC 36 DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS
  • 1. INTRODUÇÃO
  • 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADAS PELA CONTROLADORA
  • 2.1. Apresentação de demonstrações contábeis consolidadas pelas sociedades limitadas
  • 3. Abrangência das demonstrações contábeis consolidadas
  • 3.1 Controle
  • 3.2 Valores mobiliários conversíveis em ações com direito a voto
  • 3.2.1 Avaliação dos potenciais direitos de voto
  • 4. Procedimentos de consolidação
  • 4.1 Saldos, transações, receitas e despesas intragrupo
  • 4.2 Data da consolidação
  • 4.3 Utilização de políticas contábeis uniformes
  • 4.4 Tratamento a ser dispensado às despesas e receitas
  • 4.5 Participação dos não controladores e dos proprietários
  • 4.6 Mudanças na participação relativa da controladora sobre a controlada
  • 5. Perda de controle
  • 5.1 Procedimentos a serem adotados quando da perda do controle
  • 5.2 Procedimento contábil
  • 6. Divulgação
  • Avaliação de participações societárias no exterior
  • 1. INTRODUÇÃO
  • 2. RECONHECIMENTO INICIAL
  • 2.1 Mensuração subsequente
  • 2.2 Exemplo nº 1
  • 3. AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS SOCIETÁRIOS NO EXTERIOR
  • 3.1 Conversão de demonstrações contábeis para moeda funcional da investidora
  • 3.1.1 Exemplo nº 2
  • 3.1.1.1 Primeiro passo: converter a DRE da investida
  • 3.1.1.2 Segundo passo: converter o Balanço Patrimonial da investida
  • 3.2 Reconhecimento da receita de equivalência patrimonial e dos ganhos (perdas) na conversão no período pela investidora
  • 3.3 Consolidação das demonstrações contábeis
  • 3.4 Realização das variações cambiais de investimentos no exterior
  • 3.4.1 Critério de mensuração segundo IAS 21 e Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2)
  • 3.4.1.1 Ano 20X2
  • 3.4.1.2 Ano 20X3
  • Aspectos práticos da consolidação do BP e da DRE
  • 1. INTRODUÇÃO
  • 2. OBRIGATORIEDADE
  • 2.1 Exceções de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 36 (R3)
  • 2.2 Extensão da consolidação às sociedades de grande porte
  • 3. POR QUE FAZER A CONSOLIDAÇÃO?
  • 4. DATA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA FINS DE CONSOLIDAÇÃO
  • 5. REQUISITOS CONTÁBEIS
  • 5.1 Procedimentos de consolidação
  • 5.2 Políticas contábeis uniformes
  • 5.3 Mensuração
  • 6. PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES
  • 6.1 Atribuição de lucros e prejuízos
  • 6.2 Mudança na proporção detida por participações de não controladores
  • 7. EXCLUSÕES DAS DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS
  • 8. ASPECTOS PRÁTICOS DA CONSOLIDAÇÃO
  • 8.1 Papéis de trabalho e situações propostas
  • 8.2 Exemplo 1 - Operações entre companhias, sem lucros não realizados
  • 8.3 Exemplo 2 - Operações entre companhias, com lucros não realizados integrais
  • 8.4 Exemplo 3 - Operações entre companhias, com lucros não realizados parciais e tributos diferidos
  • Demais aspectos das demonstrações contábeis - 4 horas
  • Demonstrações Combinadas
  • INTRODUÇÃO
  • DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS VERSUS DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS
  • OBJETIVO DAS DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS
  • CONTROLE COMUM
  • FORMA E CONTEÚDO
  •   Abrangência
  •  CIRCUNSTÂNCIAS EM QUE SÃO APRESENTADAS AS DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS
  • INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO
  • DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS QUANDO EXISTEM ENTIDADES COM CONTROLE COMPARTILHADO
  • DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS PROFORMA
  • Padronização e ajuste das demonstrações contábeis para efeito de análise
  • INTRODUÇÃO
  • PADRONIZAÇÃO
  • SIMPLIFICAÇÃO
Instrutor: Daniel Tavares Santos, Profissional de Contabilidade. Pós-graduado em Controladoria pela FECAP. Instrutor de cursos nas áreas de IR/CS/PIS/COFINS, Contabilidade, Societário e Tributária, com atuação nos mais diversos ramos, dentre eles, Entidades do Terceiro Setor, Serviços, Indústrias e Comércio. Especialista em processos de IPO, Implantação do IFRS, Publicações de Balanço, Implantação do SPED e Consultoria Tributária.

R$ 700,00

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